Príncipe Dragão
Não.
Não é uma fanfic.
Primeiramente
tenho que explicar o motivo de fazer uma postagem sobre
a animação O Príncipe
Dragão (fora o fato de eu gostar), e não uma
postagem com
um novo capítulo de Amor Pela Câmera ou
Lágrimas Sobre Etéria; é pelo simples
motivo deles não estarem prontos ainda. Lágrimas
Sobre Etéria está mais
adiantado, permitindo-me revelar com total confiança que,
ele não está no
forno, mas sim esfriando e ainda nesta semana começo a
confeitar (acho que usei
muitas referências com comida). Já Amor Pela
Câmera, vai demorar um pouco mais,
pois eu tinha parado de escrevê-lo há um bom
tempo, mas já peguei o ritmo e o
novo capítulo já está mais da metade
pronto.
Agora
é a hora de eu escrever um pouco sobre umas das minhas
animações
preferidas (se eu continuar considerando todas as
animações que assisto minhas
preferidas, com certeza dizer que, uma animação
é minha preferida vai perder o
valor e o sentido. O que eu posso fazer? O Príncipe
Dragão é umas das minhas
preferidas, ao lado de várias outras).
Aviso
de spoilers.
O
Príncipe Dragão é uma
animação feita em
computação gráfica, e que
pelo nome, já é possível notar que se
trata de uma fantasia medieval com
dragões, porém, o que me chamou
atenção foi o fato de saber que um dos
co-criadores
também é responsável pela
animação Avatar A Lenda de Aang. Aaron Ehasz foi
o
escritor de Avatar e co-produtor. Só esse fato já
me fez querer assistir (sem
contar o nível da animação no primeiro
trailer), mas o Aaron não está sozinho
na criação de O Príncipe
Dragão, pois também temos o co-criador Justin
Richmond,
que co-dirigiu o jogo Uncharted 3 e também temos o diretor
de Avatar, Giancarlo
Volpe. Não preciso dizer mais nada, já que todos
que não assistiram O Príncipe
Dragão com certeza já estão querendo
correr para assistir, principalmente quem
conhece Avatar A Lenda de Aang.
A
expectativa de algo ao nível de Avatar foi atendida, pelos
personagens bem construídos e cativantes, pelo mundo
mágico interessante e pela
trama envolvente, que começa contando a história
do Rei Harrow de Katolis, que
está preste a ser morto por elfos da lua, por ele ser
responsável pela morte do
Rei Dragão, responsável pelo controle da
fronteira entre o território dos
humanos e reino de Xadia, o reino dos elfos, mas nem tudo dar certo. Um
dos
assassinos, uma elfa da lua chamada Rayla, acaba descobrindo com os
príncipes,
que o ovo com o herdeiro do Rei Dragão não foi
destruído, mas sim roubado. Por
isso, Rayla acaba mudando de ideia de matar o rei e o
príncipe Ezran, fazendo
ela, o príncipe e o meio-irmão do
príncipe partirem em uma jornada para
devolver o ovo. Como podem notar; um excelente começo para
qualquer aventura de
fantasia medieval.
Agora
que já situei todos no universo de O Príncipe
Dragão, vou
escrever um pouco sobre as personagens, que são: Rayla
(minha preferida), Ezran
e seu meio-irmão Callun (acabei gostando dele mais na
segunda temporada). Rayla
é uma elfa da lua. Ela foi treinada para ser uma assassina,
mas não consegue
matar ninguém, apesar de ser uma excelente lutadora. O que
eu gostei da Rayla é
o fato dela ser uma personagem engraçada e muito
irônica. Para vocês terem uma
ideia vou usar uma personagem de Avatar para descrevê-la. Ela
se parece com o
Sokka em personalidade. Esse detalhe deu um charme para a personagem,
pois
mesmo ela sendo a mais séria e focada (como deveria ser),
Rayla tem seus
momentos engraçados e humanos (não estou citando
raças), já que ela tem medo de
água. Rayla também tem senso de humor, mesmo para
uma assassina. O Príncipe
Ezran, é o mais jovem do grupo. Ele é o herdeiro
do trono de Katolis. Mesmo
sendo jovem, Ezran demonstra muita maturidade na segunda temporada. O
príncipe
também tem um dom. Ele consegue falar com os animais e os
entender, o que o
ajuda com o Príncipe Dragão Azymondias (apelidado
de Zym, por Ezran), que nasce
ao ter seu ovo chocado no final da primeira temporada. Deixei o Callun
para o
final por um motivo, que tenho certeza que muitos que assistiram a
série
notaram. Callun é o principal em O Príncipe
Dragão (eu sei que a animação tem
muitos personagens, mas as provas estão na
série). Isso fica bem claro na
segunda temporada, como no momento que Callun consegue controlar a
magia
primária do ar. Algo que era para ser impossível
para um humano e outro detalhe
sobre ele, é o motivo dele não ser
irmão de sangue do Ezran, o que fica bem
aparente ser proposital para deixar a jornada do Callun mais
difícil em muitas
partes.
Outra
coisa interessante em O Príncipe Dragão, que
não posso ficar sem
citar, é o fato que os criadores tentaram fazer um mundo de
fantasia medieval
mais diferente e diversificado, com personagens que fogem dos
clichês, como a
Rayla, que mesmo sendo forte e focada, não sabe o que
realmente quer fazer em
relação a sua vida. Também temos na
segunda temporada um casal abertamente
homossexual e nem preciso citar a General Amaya, que é surda
e muda. São
pequenos detalhes que fazem de O Príncipe Dragão
uma excelente animação de
prendendo do começo ao fim, mesmo com o problema de frames
estranhos na
primeira temporada (corrigido na segunda). Algo que para mim,
não atrapalhou
nem um pouco, mas foi bom ser corrigido.
Acho
que vou acabar por aqui (antes de entregar mais spoilers. Eu
tentei ao máximo não entregar muitos), e espero
que meu pequeno texto faça
vocês quererem assistir O Príncipe
Dragão, que já tem duas temporadas no
NetFlix. Mas antes de terminar, tenho que colocar uma teoria aqui: Acho
que a
Rayla é uma princesa em Xadia. É só
uma teoria. Vamos ver o que acontece nas
próximas temporadas de O Príncipe
Dragão.
Se
vocês tiverem alguma teoria, basta colocar nos
comentários, que eu
vou responder todos.
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