Assassin’s Creed, outro jogo citado em Amor Pela Câmera.
Vamos
falar sobre Assassin’s Creed, ou melhor; sobre minha jornada
com
a saga do jogo.
Eu
já conhecia Assassin’s Creed há um bom
tempo, devido aos trailers e
os sites de videogame, porém, na época
não tinha o comprado ainda. Eu só fui
comprar o Assassin’s Creed um pouco depois que o terceiro
jogo foi lançando (o
do Connor), só que eu comprei um pacote que só
tinha na Europa, que vinha todos
os jogos lançados até a época e ainda
possuía umas litografias com artes dos
jogos. Foi um pouco caro, só que no final valeu a pena, pois
o pacote tinha
todos os DLCs. Só não gostei de esperar um
mês e meio para receber.
Como
o terceiro jogo era o mais novo na época, eu estava louco
para
jogá-lo, mas eu tenho um problema com cronologia de
lançamentos de jogos, o que
me faz sempre querer os jogar na ordem, principalmente se todos foram
lançados
para o mesmo console. Por isso, acabei jogando o primeiro, que achei
estranho
no começo, mas logo peguei o jeito. Uma coisa interessante
sobre o primeiro
Assassin’s Creed (eu sei que muitos vão querer me
matar por este comentário) é
que o sistema de batalha dele é o mesmo do Batman da
série Arkham. Eu sei que
nos jogos do Batman o sistema foi melhorado em muito e simplificado,
mas faz a
pessoa pensar; Ubisoft criou o sistema, depois ele foi melhorado no
jogo do
Batman e depois no Assassin’s Creed 3 o sistema melhorado foi
copiado pela
Ubisoft.
Não
joguei o Assassin’s Creed 2 logo em seguida do primeiro, que
é
outro problema que eu tenho; não consigo jogar todos os
jogos um atrás do outro
se forem da mesma série. Gosto de ir jogando devagar e
depois jogar algum jogo
diferente para depois voltar a série que estava jogando
antes. Faço isso para
não enjoar da série. Voltando ao
Assassin’s Creed 2. Eu fiquei impressionado
com as melhorias em relação ao primeiro e logo
gostei do jogo. Principalmente
por causa do personagem Ezio (apesar de que ele ser o clichê
da vingança).
Demorei
quase um ano para voltar a jogar Assissin’s Creed, e agora
era
o Brotherhood. Não achei ele muito inovador e não
gostei do modo online. Não
gosto muito de jogar jogos onlines e o do Assassins’ Creed
é muito ruim. Que
bom que eles abandonaram boa parte desse modo ruim.
Finalmente
estava chegando no terceiro jogo da série, mas antes tinha
que jogar o Revelations, que da saga do Ezio, na minha
opinião é um dos
melhores. Ele possui um refinamento no sistema de combate, a parte das
bombas
também é legal e o Ezio ganha um excelente final.
Porém nem tudo foi perfeito,
pois o meu Playstation 3 estava começando a apresentar
problemas, que o fez
queimar. Não conseguir terminar o jogo (estava
tão perto do final).
Depois
da minha pequena jornada na série Assassin’s
Creed, só voltei a
jogar algum jogo dela no Playstation 4. Era o Black Flag. Meu segundo
jogo de
Playstation 4. Passei muito tempo explorando o jogo e conseguir o
terminar
completando 100%, ou quase, pois como o tinha comprado um tempo depois
de seu
lançamento não pude conseguir os itens onlines.
Só
voltaria a jogar Assassin’s Creed um tempo depois e foi o
Syndicate
no momento. Eu o considero um dos melhores da série, pois os
personagens são
legais, o cenário, o sistema de batalha e até as
carroças (Grand Theft Auto com
carroças? Quase). Até fiquei dormindo poucas
horas por dia para jogá-lo. Só
que, como se fosse alguma espécie de
maldição, meu Playstation 4 começou a
dar
problemas na fonte e novamente perdi outro videogame. Sorte que
conseguir
terminar o jogo, mas sem completar 100%.
Não
conseguir jogar todos os Assassin’s Creed, mas a boa parte
que
joguei me fez se apaixonar pela série, principalmente por
ter algo que eu goste
que é história, apesar de que a Ubisoft usa muita
licença poética, o que eu
entendo, pois se eles fossem fazer fielmente histórico,
não seria um jogo muito
legal. Eu tenho o último jogo da série, mas
não tive tempo de jogá-lo ainda no
meu PC, mas logo o farei, já que gosto muito de
Assassin’s Creed, algo que me
forçou a citá-lo no livro.
Espero
que a Ubisoft não abandone a série como ela fez
com Prince of
Persia, e se eles quiserem lançar 500 Assassin’s
Creed no ano, que lancem, se
eles não perderem qualidade.
Até
uma futura postagem e espero que gostem da minha pequena saga com
a série Assassin’s Creed.
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