Borderlands. O motivo do Alek gostar do jogo.
Eu
coloquei que o Aleksandr gosta do jogo Borderlands, pelo simples
motivo que eu gosto muito desse jogo.
Já
joguei o primeiro, o segundo e o The Pre-Sequel. Só
não tive tempo de
jogar o da Telltale.
Borderlands
é o jogo que eu sempre volto para jogar, não
importa
quantas vezes já o joguei, não sei o que me
atrair tanto nele (talvez algo psicótico,
por ficar atirando em tudo que se mexe), só sei que gosto
muito do jogo e ele
nem é tão incrível assim, apesar de
que (muitos vão querer me matar pelo que eu
vou escrever aqui) ele seria a evolução do
Diablo. É só notar um detalhe sobre
ele; você entra no dungeon, mata um monte de inimigos, pega
vários itens, volta
na cidade para vender os itens ruins e depois volta para o dungeon para
matar
mais. Só que não se enganem, pois Borderlands
não fica só no matar e pilhar,
pois ele possui um roteiro interessante e seu universo futurista
é muito
atraente e com estilo, mesmo ele parecendo o velho-oeste dos Estados
Unidos.
Eu
pensei em como faria uma postagem sobre algum jogo que é
citado no
livro e eu achei que a melhor forma seria contar minha
experiência com a saga
Borderlands, pois todo mundo já fez ou faz
análise do jogo, já que Borderlands
não é um jogo muito novo, mesmo ele tendo ganho
uma versão para Playstation 4 e
XBOX One, que eu não tive a chance de comprar, mas
é o primeiro jogo da minha
lista, assim que eu comprar um novo Playstation 4.
Conheci
Borderlands pelas análises de vários sites. Na
época eu tinha
um Playstation 3 e não me interessei pelo jogo, por isso
acabei passando longe,
mas ao ver os comentários de quem estava jogando, comecei em
pensar em comprar
o Borderlands, mas só o fiz algum tempo depois que vi o
comercial da edição
Game of the Year, que vinha com todas as expansões.
Não demorou para eu começar
a jogar. Vou ser sincero; achei o jogo legal, porém estranho
no começo, pois
não imaginava um jogo de tiro em que você pega
armas e experiência igual a um
jogo do tipo Diablo, mas logo fui me acostumando e passei
várias horas o
jogando. Me lembro que até dormia pouco só para
jogar. Ainda me lembro do
último chefe do jogo, que eu passei quase 20 minutos para
derrotá-lo. Claro que
depois de terminar o jogo, fui correndo jogar as expansões.
As joguei na ordem
de lançamento, mesmo eu já tendo todas. Achei a
de Halloween divertida, mas um
pouco cansativa. A arena da Mox era legal, mas gostei mesmo da
expansão do
General Knoxx, acho que joguei ela uma cinco vezes só para
conseguir as armas
mais forte.
Finalmente
chegou o novo Borderlands, que eu comprei no lançamento,
mesmo sabendo que logo sairia uma edição com
todas as expansões, mas não me
importei, pois as expansões não vinham em disco
mesmo, pois gosto das edições
completas dos jogos que possui seu conteúdo extra em disco
(medo de acontecer
alguma coisa com os servidores). Não demorei para
começar a jogar o Borderlands
2, joguei com a Maya e era tudo incrível, pois a Gearbox
conseguiu melhorar
tudo que já era bom no primeiro. Os cenários
não se repetiam e o começo na neve
já era muito inovador em comparação ao
primeiro jogo. Era impossível para mim
não se apaixonar pelo jogo, que ganhou um dos mais
carismáticos vilões dos
jogos, o Jack, que era uma pessoa horrível, mas
não notava e se achava o herói da
história. Acho que terminei o Borderlands 2 umas dez vezes,
pois sempre volto
para jogar ele novamente. Eu sempre ficava imaginando como seria a
continuação,
pois o final deixa muitas possibilidades abertas.
Chegamos
ao Borderlands Pre-Sequel. No dia que ele foi lançado, eu
não
tinha mais vídeo game. Meu Playstation 3 tinha queimado, por
isso só joguei o
Pre-Sequel no PC, onde eu jogo até hoje; o Borderlands 2 e o
Pre-Sequel. Para
dizer a verdade não gostei muito do jogo ser uma
história antes do 2, mas ele
conseguiu trazer inovações, pois jogar em uma lua
com um novo sistema de
exploração vertical era incrível para
a franquia. Também gostei do novo
elemento criogênico, que vamos falar a verdade, é
muito poderoso. Não posso
esquecer das armas lasers, que eu não gostei muito, pois
elas se pareciam com
outras armas do jogo apenas com um efeito novo. Mesmo assim ele
conseguiu
entrar na minha lista de jogos que eu sempre volto para jogar,
principalmente
pela Gearbox conseguir encaixar quase tudo da história com a
do segundo jogo.
O que
eu posso dizer sobre a saga Borderlands, é que vale muito a
pena
jogá-la, mesmo não sendo jogos tão
novos, pois ele possui um sistema divertido,
personagens carismáticos e um humor negro, que combina muito
bem com o universo
da série. Eu não posso esperar para jogar o
Borderlands 3, que já está em
produção. Será que poderemos controlar
a Lilith novamente e a Maya? Será que a
Athena também será jogável?
Não sei, mas tenho certeza que no começo do
próximo
ano teremos novidades.
Espero
que tenham gostado e logo farei outras postagens sobre outros
jogos, enquanto o novo capítulo de Amor Pela
Câmera está quase entrando no
forno. Quem sabe escrever sobre Assassin’s Creed. Acho melhor
surpreender todo
mundo.
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