Star Frozen - Capítulo 6 - Coração Gelado - Página - 089
imperador.
Acho que isso explica
todo seu poder. Acho que vocês deveriam ir com calma e nunca
enfrentar ela
sozinha.
A
Anna e a Sharon sorriram.
—
Eu passei anos treinando para derrotar o império —
lembrou a Anna. — Eu e minha
Mestra podemos derrotar até o imperador...
—
Não é tão fácil!
— Rapunzel se exaltou, deixando todos surpresos, o que a
constrangeu. — Desculpa. Apenas não quero perder
minha prima novamente... — Ela
fitou o Kristoff e segurou na mão dele. —
Não quero perder nenhum de vocês.
—
Não se preocupe, se a Ceifadora aparecer, vamos tomar
cuidado. — Anna tentou
confortar sua prima, que parecia ter ficado mais calma.
—
De qualquer forma, se preparem para ela. Depois que o
império perdeu a fundição
de Ignisian, os minérios de Weselton e os alimentos de
Corona, com certeza eles
vão mandá-la e seu parceiro.
—
Vamos estar preparadas — disse a Anna.
—
Deveríamos descansar. — Kristoff se
espreguiçou levantando os braços. —
Temos
que ajudar o Duque a destruir as últimas forças
imperiais deste planeta e
partir para o próximo. Muita gente depende da gente, como os
recém-chegados de Ignisian...
— Ele sorriu para a Anna e a Sharon. — Eles acham
que vocês são divindades...
—
Não somos — discordou a Anna. —
Só que faremos o impossível para derrotar o
império.
Eles merecem pagar pelo que fizeram a todos.
A
ruiva se deitou de costas ao lado da mestra e começou a
tentar dormir.
—
Posso dormir ao seu lado? — pediu a Kaiya, que parecia
preocupada com algo.
—
Claro.
—
Queria ser forte como você. Não quer me treinar?
—
Deveria pedir isso para a minha Mestra.
—
Acho que ela não ia querer... Ela parece muito
séria e severa...
—
Eu não sou! Se quiser ser treinada, comece descansando.
— Sharon encostou a
cabeça no ombro do Liam, que ficou sorridente.
Kaiya
finalmente se deitou também de costas e logo ela e a Anna
adormeceram ao
ficarem observando as estrelas.
Era
fim de noite, quando a Anna acordou assustada. Ela se sentou e
agradeceu por
não lembrar direito do pesadelo que acabou de ter. Ao olhar
ao seu lado, viu a Kaiya,
que estava em posição fetal, mas não
devido ao frio, pois aquela noite tinha
sido quente e agradável, algo comum no planeta Corona. Anna
se levantou com
cuidado e viu que todos estavam dormindo. Ela jogou alguns
pedaços de madeira
no que sobrava da fogueira para aquecer a Kaiya, caso ela estivesse com
frio.
Depois ela foi até o monólito que servia de
homenagem aos mortos com a chegado
do império.
—
Irmã... — disse ela, passando a mão
sobre o nome da irmã, que estava ao lado
dos nomes dos pais. — Como eu sinto sua falta... De todos
vocês.
Anna
pegou uma rocha pontiaguda e começou a gravar um nome junto
aos vários nomes no
local. Seus olhos estavam cheios de lágrimas.
—
Quem é Leyliana? — perguntou a Sharon, que tinha
se aproximado silenciosamente.
—
Mestra! O que faz aqui?
Depois
que respirou fundo e se espreguiçou levantando os
braços, Sharon insistiu:
—
Ela é a pessoa que você conheceu no cruzador
em Weselton? Você deveria conversar comigo sobre o que
aconteceu naquele
cruzador. — Sharon pousou uma mão sobre o ombro da
Anna, que estava de costas
para ela. — Me conte. Também pode contar como foi
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